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Abel admite sair do Mundial com cicatrizes, mas com orgulho do clube

Nesta quinta (11), o Verdão empatou sem gols com o Al Ahly, do Egito, e perdeu a disputa nos pênaltis


Luiz Adriano contra jogador egípcio; nova má atuação e derrota nos pênaltis

A participação do Palmeiras no Mundial de Clubes da Fifa terminou com mais um resultado negativo. Nesta quinta-feira (11), o Verdão empatou sem gols com o Al Ahly, do Egito, e perdeu a disputa do terceiro lugar nas cobranças de pênaltis.  Após a partida, ainda no gramado do estádio Cidade da Educação, o técnico Abel Ferreira falou sobre a campanha da equipe no torneio disputado em Doha, no Catar. "O que eu levo daqui é um orgulho tremendo dessa equipe. Cheguei para substituir um treinador onde muitas dúvidas existiam. Ganhamos o direito de disputar o Mundial, vamos disputar de novo daqui a dois anos por direito próprio, ganhamos a Libertadores, temos a Copa do Brasil e a Recopa. É o privilégio de estar entre os quatro melhores do mundo", ressaltou o português. "Fomos o quarto, temos que aceitar. Nos pênaltis existe a competência de quem marca e de quem defende, e eles foram melhores", disse o português.

Depois, em entrevista coletiva, Abel admitiu que a derrota deixa cicatrizes. "Com toda humildade, vou dizer: para mim, é tudo novo, sou muito jovem. Mesmo nosso time sendo jovem também, para nós é uma grande oportunidade vir ao Mundial, crescer com essa experiência. Foi negativa, temos que assumir. Mas a vida tem me ensinado que nos momentos de dor, temos que aprender. Esses jogadores têm de aprender com essa experiência. Saio daqui mais rico, nunca havia estado aqui. Queria muito ter ganho, os nossos adversários foram mais competentes. Dou parabéns aos finalistas. Essa experiência vai nos deixar mais fortes. Saímos com cicatrizes, mas essas cicatrizes nos tornarão mais preparados para darmos uma resposta no futuro pela aprendizagem que tivemos aqui", disse o treinador.