Pelo Brasil

Bolsonaro tem previsão de alta adiada e segue tomando antibióticos

Exames de imagem mostraram uma coleção líquida ao lado do intestino


O presidente Jair Bolsonaro foi submetido a tratamento com antibióticos de amplo espectro após apresentar elevação da temperatura (37,3 °C) e alteração de alguns exames laboratoriais com aumento de leucócitos, na noite de ontem. Esse aumento pode indicar processo infeccioso. Segundo o porta-voz da presidência, Otavio do Rêgo Barros, os médicos imediatamente administraram antibióticos de amplo espectro de forma a atacar todas as possibilidades de uma eventual infecção. No entanto, ele disse que quanto à cirurgia, não há nenhum aspecto negativo.

previsão de alta foi adiada. Como os antibióticos devem ser ministrados por sete dias, ele deve permanecer no hospital por mais este período.

Exames de imagem mostraram uma coleção líquida ao lado do intestino na região da antiga colostomia, segundo boletim médico divulgado há pouco. Ele foi submetido à punção guiada por ultrassonografia e permanece com dreno no local.

Bolsonaro segue realizando exercícios respiratórios e de fortalecimento muscular no quarto. Por ordem médica, as visitas permanecem restritas, ele está acompanhando da esposa Michelle e do filho Carlos Bolsonaro.

O presidente continua em descanso e tem sido evitados despachos, de acordo com Rêgo Barros. Nos próximos dias, não estão agendados compromissos oficiais. Por enquanto, não há estudos sobre afastamento de Bolsonaro da presidência, deixando o vice na função.

Os médicos ontem à noite, identificaram o aumento nos leucócitos, "imediatamente administraram antibióticos de amplo espectro de forma a atacar todas as possibilidades para uma eventual infecção", disse Rêgo Barros. No entanto, ele disse que "quanto à cirurgia, não há nenhum aspecto negativo".

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